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Histórico

Atualizado em 19/11/14 09:31.

A REDE INTERUNIVERSITÁRIA PARA O DESENVOLVIMENTO DO SETOR SUCROENERGÉTICO, RIDESA, foi inicialmente instituída por meio de convênio firmado entre sete Universidades Federais ( UFPR, UFSCar, UFV, UFRRJ, UFS, UFAL e UFRPE ) localizadas nas áreas de atuação das Coordenadorias do ex-PLANALSUCAR, do qual foi absorvido o corpo técnico e a infraestrutura das sedes das coordenadorias e estações experimentais. Com o apoio de parte significativa do Setor Sucroalcooleiro, por meio de convênio, a REDE começou a desempenhar suas funções em 1991, aproveitando a capacitação dos pesquisadores e as bases regionais do ex-PLANALSUCAR, aos quais se juntaram professores das universidades.

Em 2011, RIDESA completou 20 anos e está consolidada nas universidades. Tem como base para o desenvolvimento da pesquisa 31 estações experimentais, localizadas nos Estados onde a cultura da cana-de-açúcar apresenta maior expressão. A REDE também desenvolve pesquisa nos campus das sete universidades federais, principalmente nos cursos de pós-graduação. Nestes 20 anos de atuação, as universidades federais deram maior ênfase à manutenção e continuidade da pesquisa relacionada ao Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-açúcar (PMGCA) , que continuou a utilizar a sigla RB para identificar seus cultivares, tendo liberado 65 cultivares.

Mais importante que o número de cultivares liberados é o nível de adoção dos mesmos pelo setor produtivo. Atualmente, os cultivares de sigla RB, anteriormente desenvolvidos pelo PLANALSUCAR, e atualmente pela RIDESA, estão sendo cultivados em mais de 50% da área cultivada com cana-de-açúcar no país, chegando em algumas regiões a representar até 70%. Isto significa que a RIDESA apresentou grande eficiência nestes últimos dez anos, dando incalculável retorno aos investimentos aplicados em pesquisa.

Com os objetivos da RIDESA alcançados, nesta nova era a proposta é de fortalecimento, com a agregação da Universidade Federal de Goiás-UFG a partir de 2004 e da Universidade Federal de Mato Grosso em 2007. Desta forma surgem três novas estações experimentais para o CERRADO, uma localizada em Goiânia-GO, da UFG e outra em Cuiabá-MT da UFMT e uma terceira em Capinópolis-MG da UFV, sendo que nesta última os trabalhos se iniciaram em 2003.

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