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Melhoramento genético

Atualizado em 19/11/14 09:31.

FASES DE OBTENÇÃO DOS CULTIVARES

Banco de germoplasma

Banco de Germoplasma

O ponto de partida do Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar da RIDESA é o banco de germoplasma localizado na Estação de Floração e Cruzamento da Serra do Ouro (UFAL), no município de Murici, Estado de Alagoas. Neste banco estão reunidos mais de 2000 genótipos, entre cultivares utilizados no país, clones, outras espécies relacionadas ao gênero Saccharum e cultivares importadas das diferentes regiões canavieiras do mundo.

 

 

 

 

Cruzamentos

CruzamentosApós a obtenção das sementes em cruzamentos pré-estabelecidos pelas equipes das universidades que compõem a RIDESA, as mesmas são enviadas aos respectivos Estados, onde são produzidas as plântulas que, uma vez transplantadas para o campo, definem a primeira fase de seleção (T1). A RIDESA tem produzido anualmente mais de 1.500.000 plântulas para a fase T1. Em algumas universidades a seleção é feita em duas épocas, abril e julho, de forma a se buscar, naquela primeira época, clones que apresentem a característica importante de precocidade. Este ramo de seleção leva a sigla HP (Hiper precoce). Mais de 5 mil novos clones tem sido gerados anualmente pelas universidades, incluindo também os HP. Estes clones são avaliados posteriormente nas estações experimentais na fase denominada T2. Os clones são avaliados experimentalmente em parcelas de um sulco de 5 a 8 metros de comprimento.

 

 

                                             Semeadura e Repicagem                                                  Transplantio

Semeadura e RepicagemSemeadura e Repicagem  Transplantio

 

 

 

 

 

 

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Obtenção de clones e avaliação dos mesmos por meio de experimentos nas usinas e destilarias parceiras.


Obtenção de clones e avaliaçãoObtenção de clones e avaliaçãoObtenção de clones e avaliação

 

 

 

 

 

 

Na segunda fase de seleção (T2) seleciona-se em planta e soca os clones superiores que por sua vez são avaliados na fase T3. A RIDESA tem selecionado para a fase T3 mais de 3000 novos clones por ano. A partir desta fase os clones selecionados em cada universidade são intercambiados entre elas. Nesta etapa os novos clones são multiplicados e introduzidos nas usinas e destilarias conveniadas com as respectivas universidades que atuam nas diferentes regiões canavieiras do Brasil. Nas terras das usinas e destilarias têm sido avaliados por meio de experimentos por três anos consecutivos os clones promissores. Esta fase é denominada de FE, isto é, fase experimental.

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Fase finalO programa de desenvolvimento de novos cultivares de cana-de-açúcar é por natureza essencialmente de longa duração. Logo a persistência é uma virtude das pessoas envolvidas neste processo. Normalmente o lançamento de novos cultivares tem ocorrido após aproximadamente 13 anos de inúmeras avaliações dos clones por meio de experimentos observando-se a reação dos clones às doenças e pragas e a produtividade dos mesmos em diferentes ambientes de produção.

Fase final

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